Nádia Sahão: uma matriarca libanesa

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Descrição

É importante registrar as biografias pessoais e familiares, que, juntas, nos ajudarão a contar a trajetória de uma sociedade totalmente transformada pela influência libanesa, dos costumes à gastronomia, passando pelo esforço e pelo labor. Não seria possível contar a história do Brasil no último século sem a presença dos libaneses por aqui. E isso se reflete em Londrina, sendo representado por uma jovem senhora que em dezembro de 2024 completou nove décadas de vida. O pioneirismo libanês de Nádia e Assad Sahão, seu marido, se confunde com a construção da Pequena Londres. Assad, desde os primeiros anos londrinenses, depois de chegar ao Brasil, em 1939. Nádia, desde o início da década de 1950, quando se casou com Assad e trocou Ibitinga pela terra roxa do Norte do Paraná. Londrina vivia a efervescência Modernista e se tornava a capital mundial do café. Não obstante a simplicidade da família de Nádia e Assad, passaram pelo círculo de amizade deles grandes figuras e nomes da historiografia oficial londrinense. Além disso, atravessou gerações o impacto que a atuação dessas pessoas teve na própria formação da sociedade. Sendo assim, o leitor ávido por conhecer a história da cidade que recebe a todos de braços abertos não pode ignorar uma trajetória que levou cedo o patriarca, em 1982, mas permitiu à matriarca transpor a barreira nonagenária.

 

Ficha Técnica

Das relações familiares de baixa renda e o acesso à justiça: a violação da dignidade da pessoa humana

Título: Nádia Sahão: uma matriarca libanesa

Autor: Fábio Luporini

ISBN: 978-65-81256-11-1

Editora: Engenho das Letras

Cidade: Londrina/PR

Páginas: 202 

Ano: 2026

Formato: 15x21cm

Peso: 0,400 kg